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Mandí contribui para revisão de plano na 6º Conferência Nacional das Cidades

Realizada entre os dias 24 e 27 de fevereiro, a 6ª Conferência Nacional das Cidades consolidou-se como um marco da participação social na formulação de políticas de desenvolvimento urbano, habitação, saneamento e mobilidade, com foco na justiça climática e inclusão. Este é um momento histórico: após 12 anos sem a realização da Conferência, o processo é retomado como espaço estratégico de participação social e de formulação de diretrizes para o desenvolvimento urbano no país. A Mandí foi recomendada pela Habitat Pela Humanidade Brasil para participar como ONG delegada, ou seja, com direito a voz e voto no eixo que trata das políticas de saneamento ambiental, tema que integra a revisão da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU), pauta debatida e consolidada durante a conferência. O que fizemos:  Propomos a atualização de 4 propostas para que incluam, de forma explícita, justiça social e climática, populações vulnerabilizadas, como pessoas negras, mulheres, comunidades periféricas, tradicionais e povos indígenas, e adaptação climática como questões centrais e indispensável das políticas de saneamento, urbana e de habitação. O que alcançamos: As propostas foram debatidas e aprovadas pelas entidades, fortalecendo o entendimento e percepção de que o saneamento deve ser tratado como instrumento de redução de desigualdades e de resposta às emergências climáticas nos territórios. Durante a conferência também ocorreu a plenária geral para votação da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). Todos os segmentos votaram e validaram as modificações propostas pela Mandí. As propostas apresentadas por nós foram integralmente aprovadas e incorporadas ao texto. Agora, a versão final do documento está sendo trabalhada pelo Ministério das Cidades. Para a Mandí, a participação como delegada no tema de saneamento é estratégica para contribuir na qualificação do debate, fortalecendo a integração entre saneamento, clima e justiça social na revisão da política nacional. Acompanhe nossas redes e saiba mais sobre as próximas etapas.

Construindo caminhos e traçando metas para 2026

Troca, escuta, partilha são elementos fundamentais para desenvolver e potencializar espaços coletivos. Foi por isso que, pelo 3° ano consecutivo, a Mandí promoveu sua imersão de planejamento em equipe, buscando alinhar e fortalecer nossa atuação em busca de nossos objetivos.

Agenda da Mandí na COP30 📅

Nossa agenda específica parte das águas amazônicas e busca integrar saneamento básico, direito à água/segurança hídrica e clima, sempre a partir da lente da justiça socioambiental, garantindo a participação de comunidades vulnerabilizadas, mulheres, pessoas negras e populações urbanas periféricas.

Qual Amazônia você conhece?

Enxergar com lentes decoloniais para a Amazônia é humanizar quem vive aqui. Esse é um exercício para além das obviedades, das temporalidades, que todo dia reforça um estereótipo de um lugar que não é real, e que na verdade está muito longe do que as pessoas imaginam. 

Na rota da COP 30

A proposta é tornar o saneamento básico como um eixo estruturante da adaptação climática, destacando a Declaração de Baku como ferramenta estratégica para essa intersecção.

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