
Escolas Climáticas foi um projeto de educação climática e mobilização social, desenvolvido e executado pela Mandí com apoio da Open Society Foundation com duração de um ano.
Com objetivo ampliar e fortalecer a cultura democrática e o debate socioambiental em comunidades escolares do sistema público na Amazônia urbana, as ações buscaram contribuindo na formação e engajamento de professores e alunos para que possam ser atuantes na pauta climática dentro da cidade a partir de uma perspectiva esperançosa, crítica e colaborativa.
Dentro de nossa abordagem educomunicativa usamos as bacias hidrográficas como ferramenta de educação climática. Sendo assim, com uma visão estratégica, as escolas que atuamos pertencem às bacias hidrográficas do Una, Val de Cans e Mata Fome, que estão localizadas em bairros populosos da cidade de Belém, territórios vulnerabilizados e vistos socialmente como marginalizados.






Reconhecimento da Câmara Municipal de Belém com o diploma “Amazônia Para Sempre”
Parceiros desde a primeira expedição realizada pela Mandi em 2017, a casa da família Paraguassu fica na nascente do Rio Tucunduba, que é o ponto inicial da nossa expedição pelo rio. Sendo nossos parceiros de longa data, a família abre os jardins da casa para nós. Na expedição com os professores pudemos presentear à família com a placa “Guardiãs da Nascente do rio Tucunduba”, como símbolo de nossa gratidão e reconhecimento.
Mapeamento e aproximação com escolas e educadores
Aproveitando a temática eleitoral, realizamos com alunos do ensino médio rodas de conversas, distribuição de materiais e mobilização da comunidade escolar para colar lambes sobre a importância de tirar o título, voto verde e das pautas socioambientais. Com os professores fizemos a primeira formação do projeto.
Aproveitando a temática eleitoral, realizamos com alunos do ensino médio rodas de conversas, distribuição de materiais e mobilização da comunidade escolar para colar lambes sobre a importância de tirar o título, voto verde e das pautas socioambientais. Com os professores fizemos a primeira formação do projeto.
Reestruturação do projeto e início da parceria com a organização Laboratório da Cidade.
Tanto professores quanto alunos receberam, separadamente, 3 formações










